
Cruzeiro
Marco simbólico da cidade, expressão da religiosidade da comunidade, o Cruzeiro tem sua história pontuada por manifestações afetivas desta coletividade. Erguido originalmente em madeira no ano de 1954, foi substituído por um de estrutura metálica em 1960, projetado por Mauro Valladão e executado por Acrísio Ladeira.
O seu transporte da praça Coronel Maximiano, em frente à Matriz, até o seu cume no morro, foi marcado por uma procissão. Durante o percurso, o padre foi carregado sobre a estrutura porque, dessa forma, acreditavam os fiéis, esta ficaria mais leve. Em 16 de janeiro de 1997, 37 anos depois, ventos de uma tempestade e a ausência de manutenção fizeram com que o Cruzeiro caísse. Recuperado pela comunidade, foi reinstalado e reinaugurado em missa campal realizada no dia 9 de março pelo pároco Odilon Guimarães.
Foi realizada uma enquete com 100 pessoas pelo periódico Informativo do Interior, em fevereiro de 1997, sobre restaurar o Cruzeiro ou substituí-lo por um Cristo Redentor. 68% foi favorável à recuperação do Cruzeiro. Foi tombado em 8 de junho de 2000, pelo Decreto n.º 2.533/2000.